SIMULAÇÃO HIPOTÉTICA · não é previsão nem resultado oficial · o Brasil não usa Colégio Eleitoral

Colégio Eleitoral Brasileiro: e se o Brasil elegesse o presidente como os EUA?

Exercício com os votos do 1º turno de 2026 (TSE) e hipóteses de 2º turno · página independente do site Apuração 2026

Simulação hipotética, não previsão nem resultado oficial. O Brasil elege o presidente pelo voto direto e não tem Colégio Eleitoral. A página aplica as regras americanas aos votos que os brasileiros deram no 1º turno de 2026 (e a hipóteses sobre o 2º turno) para comparar os dois sistemas. Sob outras regras, os votos teriam sido outros (campanhas, voto estratégico, candidaturas). Limites na aba "Método e limites".

Parâmetros

Cada estado indica delegados (como "electors" nos EUA). O candidato mais votado no estado leva todos os delegados dele; é preciso a maioria dos delegados para vencer.

Pontos percentuais dos votos válidos do 1º turno de cada estado que passam de Flávio para Lula (negativo: o inverso), em todos os estados. Cada ponto muda a diferença entre os dois em 2 p.p.

O 2º turno real é em 25/10/2026. Os cenários A, B e C são hipóteses de transferência de votos, descritas e comparadas na aba "Cenários do 2º turno"; o simulador completo, com transferência por candidato, está no Apuração 2026.

Os 27 estados em fila, do mais lulista ao mais bolsonarista

Largura proporcional ao número de delegados. A linha marca a maioria; o estado contornado é o que a completa para o vencedor (ponto de virada).

LulaFlávioOutros

Mapa de blocos

Cada quadrado é um estado (posição aproximada); o número é o de delegados. Cor mais forte = margem maior.

Voto popular × delegados

Nos EUA o vencedor do colégio nem sempre é o mais votado.

Estado por estado

Clique no cabeçalho para ordenar. "Peso do voto" compara os votos válidos por delegado do estado com a média nacional: acima de 1, o voto vale mais que a média.